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Saco ("/)

Não existe coisa pior…que está cansada, com sono…é não conseguir dormi…estou tentando, tentando, tentado…mais tudo está sendo em vão…!!!!!!!!!!! vim aqui na tentativa de ficar mais cansada, é com sono…então conseguir dormi…mais…também não está dando certo…! 

Com toda a minha sorte…ainda me vem “visita”…pessoas indesejaveis…falando, falando, e falando…um barulho, uma bagunça…Aff! Bom, só melhora mais ainda minha insonia…!

Vou vira uma “ZUMBI” …. mais vou continuar tentando dormi (até rimo…rss) Acredito que uma hora eu me renda ao cansaço!

É quem cabe assim consiga dormi =) (ai como quero)…!

Já fiz tudo que tinha pra fazer….! Só tenho mais 1 horinha de descanso…vou tentar…é tentar….

Volto as 18h!!!!!!!!!!!!!!! (“/)

Grata!

 

 

IINSÔNIA Desenho de Renato dos Santos, 1º ano de Publicidade e Propaganda

Eduardo José Alves

O ser humano necessita dormir, não só para quebrar a rotina do dia, mas também para restaurar fisicamente e psicologicamente o corpo. Segundo o médico Ademir Batista Silva, vários estudos revelam que adolescentes necessitam dormir em media 20% a mais que os adultos. Além disso, um indivíduo que fica por mais de 72 horas sem dormir corre um sério risco de morrer.
Quando dormimos, o corpo produz hormônios importantes e vitais como o do crescimento. O sono também evita o acúmulo de gordura, além ajudar no controle da osteoporose e dos níveis de leptina, hormônio produzido e secretado pelo tecido adiposo. 
Pessoas que dormem pouco durante a noite geralmente ficam irritadas e ainda sonolentas o dia todo, o que acaba atrapalhando as atividades normais do dia. Para os jovens, noites em claro podem ocasionar diminuição de concentração durante o dia, além de desajuste escolar e social. 
A insônia é um distúrbio do sono caracterizado pela incapacidade de dormir ou de manter o sono. Ela não é considerada doença, mas traz malefícios comprovados. Há dois tipos comuns de insônia: a circunstancial, provocada por uma situação vivenciada momentaneamente e a psicofisiológica, que acomete indivíduos que sofrem de depressão ou ansiedade.
Segundo Marcel Guerrine, que sofre de insônia, as maiores causadoras do problema, no seu caso, são as ansiedades do cotidiano e as dificuldades enfrentadas no dia-a-dia. Já Daniel Chaim não dorme por problemas fisiológicos e recorre a atividades no período da noite para relaxar, como o uso da internet, leitura e programas televisivos.
Os médicos desaconselham a ingestão de bebidas alcoólicas, pois estas podem tornar a pessoa agitada e, por isso, prejudicar ainda mais o sono. O leite morno pode ser um aliado para o sono, pois não deixa a pessoa dormir de estomago vazio. Televisão, livros e internet na hora de dormir também não são aconselháveis, pois prendem a atenção da pessoa. Os especialistas recomendam uma alimentação saudável e exercícios físicos regulares para os insones.

 

Peritos criminais sofrem com estresse e alterações de sono

Luiz Augusto Stesse e Lucas Rafael Sabino

Trabalhadores noturnos passam por vários problemas que as pessoas que desempenham as mesmas funções durante o dia não enfrentam. No caso de algumas profissões que envolvem estresse e sofrimento humano, o trabalho durante a noite ainda acarreta alterações de sono. Segundo Gilberto Araújo, 52, perito criminal e chefe da Equipe de Criminalística de Jaboticabal, o trabalho noturno do perito é muito estressante por vários motivos.
O serviço do perito criminal é auxiliar a polícia e a justiça pública, elaborando minuciosa investigação no local dos fatos e confecção do laudo pericial que servirá como prova material do crime. “Um laudo bem-feito é condenação na certa”, diz Araújo.
De acordo com ele, os peritos são obrigados a atender em locais onde ocorreram crimes e as cenas são, na maioria das vezes, as mais desagradáveis possíveis, haja vista que normalmente se deparam com corpos mutilados e em decomposição.
Para agravar ainda mais a situação do estresse da profissão, a equipe de perícias de Jaboticabal conta com outras adversidades. Além de funcionar 24 horas por dia, atende uma sub-região com onze municípios, num raio de 150 quilômetros. “Isso cria enormes dificuldades em função do reduzido número de profissionais. São sete peritos, quatro fotógrafos e apenas um auxiliar de desenhista”, diz.
Estudos recentes realizados no Estado de São Paulo concluíram que, nos últimos dez anos, o número de atendimentos no Instituto de Criminalística cresceu 100% e, ao mesmo tempo, ocorreu um decréscimo de 10% do número de profissionais do setor. “O governo deveria dar mais atenção não só aos peritos criminais, mas a todas as profissões relacionadas com a segurança pública”, afirma Araújo.

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